LIVROS
6 ANO
JEGUE
NÃO É BURRO
QUEM
SABE
Qual
será a diferença
Entre
o burro e o jumento?
O
burro é filho da égua,
O
jumento, da jumenta.
A
jumenta quando tem
Um
jumento por marido,
Jumentinhas
são as filhas,
Filhos
são os jumentinhos.
Mas
o burro onde é que fica?
O
burrico é a mistura
De
mãe égua e pai jumento,
Se
for fêmea, é a mula.
E
o jegue nisso tudo?
Mãe
do jegue é a jumenta,
Estou
certa do que eu digo.
O
jumento é o pai,
E
como é que pode isso?
Desembrulho
a explicação:
O
jumento e o jegue
São
o mesmo animal.
Só
há uma diferença:
O
nome não é igual!
Diferente
é o burro,
Que
pertence a outra espécie,
Mas
parente é do jumento
Parente
é também do jegue.
E
eu lhe peço, não esqueça:
Nem
jumento e nem jegue
Nem
a mula nem o burro,
Acredite,
eu garanto,
Que
nenhum deles é burro!
Ouça,
o jegue já zurrou,
Está
passando da hora...
Vamos
começar a história?
..
1.
De acordo com o texto, qual é a diferença entre o jumento e o jegue?
A)
Eles pertencem a espécies diferentes.
B)
O jegue é filho do burro.
C)
Eles são o mesmo animal, mas têm nomes diferentes.
D)
O jumento é fêmea e o jegue é macho.
2.
Segundo o texto, quem é a mãe do jegue?
A)
A égua.
B)
A mula.
C)
A jumenta.
D)
A burrica.
SEIS TOMBOS E UM PULINHO
APERTE OS CINTOS VAMOS COMEÇAR!
Nossa história começa na França.
Albertino está com 17 anos e acaba de chegar a Paris. Ele não veio
sozinho. Saiu do brasil num vapor na companhia de dona Chiquinha, sua mãe, e do
senhor Henrique, seu pai. Desembarcaram
em Lisboa e de lá tomaram um trem para Paris.
Estamos em 1981e, nesta época, as pessoas viajam de navio ou de trem
porque não há aviões.
Não há aviões por uma causa muito simples. O inventor do avião é esse
moço que acaba de descer do trem em paris e que ainda não teve tempo de
inventar nada. O jeito é a gente esperar mais um pouco.
Não pense que eles estão fazendo uma viagem de férias. É uma viagem para
tratamento médico.
Meses atrás, seu Henrique sofreu um acidente de charrete enquanto
passeava por sua fazenda de café, perto de Ribeirão Preto, interior de São
Paulo. Luxou um braço e bateu com a cabeça no chão com tanta força que ficou
hemiplégico, parcialmente paralisado. Ele, que é engenheiro e fazendeiro, não
pensa duas vezes. Vem se tratar na França, a terra da ciência, das artes e do
progresso.
Antes de sair do Brasil, seu Henrique vendeu a fazenda. Ele, que era um
homem rico, ficou mais rico ainda com tanto dinheiro no banco.
Tudo isso teve uma importância incalculável para que Albertinho se
tornasse Alberto Santos-Dumont, o pai da aviação, como você verá logo mais.
Apesar de não ser uma viagem de férias, seu Henrique resolveu unir o
útil ao agradável e trouxe Albertinho para conhecer a Europa. Deu até um bocado
de dinheiro para ele gastar durante a viagem como quisesse.
3. Segundo o texto, como as pessoas costumavam
viajar naquela época?
A) De avião ou de automóvel.
B) De navio ou de trem.
C) De bicicleta ou de trem.
D) De charrete ou de avião.
4. Segundo o texto, qual era a profissão do
senhor Henrique?
A) Médico e professor.
B) Engenheiro e fazendeiro.
C) Inventor e cientista.
D) Comerciante e agricultor.
AO SOL DO NOVO MUNDO
TERRA À VISTA
_
Terra à vista!
O grito foi repetido por toda caravela. Eu corri com os outros para a
amurada do convés. Um marinheiro grandão, que implicava comigo, me deu uma
cotovelada no rosto e meu nariz sangrou.
Na vida a bordo, desde que tínhamos deixado a costa portuguesa, além do
meu ofício de grumete, a me calar quando era maltratado. Para um menino de doze
anos, que obedece a todos, faz os piores serviços e não tem para quem reclamar,
a vida a bordo não traz as alegrias que eu esperava ao partir. Sonhava em ser
marinheiro, cruzar os mares, conhecer terras e povos diferentes. Por enquanto,
o que via diariamente era convés, que, junto com outro grumete, devia lavar e
manter limpo.
Eu sabia, pelos comentários dos marinheiros, que na altura das ilhas de
cabo Verde a frota seguirá o rumo oeste em vez de continuar a caminho das índias.
Parece que havia terras nessa direção. Isso agora se tornava verdade.
Mesmo com o nariz doendo, embora não mais sangrando, cheguei a amurada e
vi um monte redondo e alto, com outras serras mais baixas ao redor.
Ao monte alto, nosso comandante, Pedro Alvares Cabral, deu o nome de Pascoal,
porque era tempo de Páscoa, e, a terra, chamou de Vera Cruz.
Já entardecia e por isso foi dada a ordem para soltar âncora:
pernoitamos ali.
No dia seguinte, esfreguei o convés com mais empenho do que nunca. O
comandante ia reunir os capitães das outras embarcações. A mim cabia deixar o
convés bem limpo para recebe-los com toda cortesia de que eram merecedores.
Pelo memos foi isso que me disse o marinheiro que supervisionava o meu serviço
e não me dava folga.
O movimento era incomum. O comandante ordenou que alguns homens fossem à
terra em pequenos batéis para entrar em contato com os nativos, que nos olhavam
da praia.
5. De acordo com o texto, quantos anos tinha o
menino que trabalhava como grumete na caravela?
A) Dez anos.
B) Onze anos.
C) Doze anos.
D) Treze anos.
6. O que o comandante Pedro Álvares Cabral fez
ao chegar à nova terra?
A) Deu nomes ao monte e à terra.
B) Mandou construir casas para a tripulação.
C) Ordenou que todos voltassem para Portugal.
D) Enviou os marinheiros para procurar as Índias.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado!!